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É mais fácil responder se quem nasceu primeiro foi o ovo ou a galinha. Mas a melhor é: Definir é delimitar.

24 de janeiro de 2014

Fé(rias)

Amigos, Estou aqui para falar um pouquito mais.

Estou lendo um livro do Saramago, as intermitências da morte, muito bom. A morte, quem diria, resolve deixar de matar. Em um país imaginário, a partir do início do ano, a famigerada deixa de cumprir o seu papel. Porém, as pessoas só descobrem que ela é um ser personificado após o envio de uma carta, na qual a nossa personagem diz que naquele país tudo volta ao normal.

O interessante é sabermos quais as reações das pessoas ao saber que não morreriam. O que parecia ser algo maravilhoso também tem seus problemas, como nos hospitais, asilos e mesmo a classe dos donos de funerárias. Saibam mais lendo o livro.

E então, morrer, né? Como algo tão natural, a única certeza na nossa vida (sob uma perspectiva empírica) provoca na nossa sociedade tamanhas reações. Podemos pensar mais um pouco e mesmo que não acreditemos em vida após a morte, acabamos refletindo sobre o nosso papel aqui na nave Mãe Terra.

E me vêm à cabeça dois pensadores que falam a respeito do tema. Masaharu Taniguchi, http://migre.me/hzPFb), diz que temos essa relação de algo inato quanto à algo posterior à morte, é porque de fato não morremos como seres eternos. Nessa perpectiva, a morte seria apenas uma ilusão.

E Osho (http://migre.me/hzPHs), afirma que esse medo dela decorre do fato de este momento não ser algo controlável pela mente e ser algo único. Se pensarmos por outro lado, poderíamos dizer que morremos todos os dias um pouco e renascemos. Basta observar o nascer e morrer de muitas de nossas células. E vocês, o que pensam daquela que o Raul disse: http://migre.me/hzPTi ? 

Esse tema merece mais citações...

Amplexos! PS: O título fica para o próximo post...

14 de janeiro de 2014

Por que existem as ordens?


Pois é...Estamos nós aqui "traveis".

Falaremos hoje sobre dons e espiritualidade ou "Por que existem as ordens"?

Estamos em um momento de transformação da Terra. Mudanças ocorrem em vários níveis, de informação, de clima, de consciência política. E, se o planeta se modifica, nós também estamos mudando (ou precisamos nos modificar).

Cada um de nós precisa buscar algo para servir mais ao próximo, sair daquela vida de novela, umbigo e face, né? Então, para isso, surgem as ordens. Além de guardiãs de um conhecimento ancestral, elas reúnem pessoas dentro de um mesmo propósito. Elas ajudam a desenvolver o sentimento do amor incondicional (ágape), através do sentimento de pertencimento a uma fraternidade.

Vamos aos senões:

1. Algumas sociedades e religiões querem trazer notoriedade a si ao colocar a sua antiguidade em outros povos, sejam os sumérios, ou até mesmo ao Jardim do Éden. Será que ter surgido antes é mais importante do que ter conteúdo?

2. Algumas religiões, mesmo as mais "estudadas", têm esse discurso de "última bolacha do pacote". Como o Espiritismo, por exemplo, vem com o papo de ser a terceira revelação... Ah, para, quantos mensageiros já passaram por essa Terra? E virão tantos outros...

3. Alguns grupos exigem exclusividade. Você tem que ser 100% algo. Geneticamente isso é impossível, já que somos uma mistura de 50% papai e 50% mamãe, que dirá nas questões intelectuais! E já repararam como as pessoas acabam formando a sua própria religião com um pouco de várias? É porque todas são humanas e trazem qualidade e defeitos, como os homens... E antes que alguém me diga que eu tenho mais de um coração, eu diria que há a necessidade do trabalho em várias dimensões, mas... algumas pessoas e alguns lugares não estão prontos para isso.

Saindo dos senões, vamos aprendendo que a espiritualidade não tem religião. Embora cada grupo pertença a uma egrégora, lemos e ouvimos vários relatos que apontam energias trabalhando em locais onde se desconhece sua presença. Podemos citar como exemplo o trabalho de cura promovido por "irmãos" monges franciscanos do astral em centros espíritas, além de falangeiros de umbanda em um culto evangélico. O que importa, eles nos ensinam, é que a nossa religião deve ser a CARIDADE.

E por falar em caridade, surgem os dons. Cada um de nós traz em si, cada vez mais, uma consciência de que a vida não acaba na matéria e é chamado ao servir. É a oportunidade de evoluir mais um pouco, se limpar, como dizem. O senão é a vaidade e lembrar sempre, sempre, precisamos ser instrumentos na "vibe" do mestre Francisco: http://www.youtube.com/watch?v=JN3HstpWZtU

E o legal dessas ordens, é que ali você terá contato com pessoas de diferentes visões religiosas, e isso torna a nossa visão mais rica e porque não, mais tolerante. E o mundo, não é uma mistura?

Namastê!

29 de maio de 2013

Dia do curso com a tia Marili

Amigos céticos,

Estamos de volta com o nosso blog. Certamente agora teremos motivos mais educacionais. Temos observado os caminhos que a educação tem tomado. Cada vez mais o ser humano está carente de educação emocional. E ainda mais, falta cumprir nosso papel. Que papel é esse? O papel de tornar o mundo melhor. Sair do umbiguismo e da normose é a nossa missão enquanto cavaleiros andantes. Avante, Rocinante!

16 de outubro de 2011

Os mordomos (on the stick!)

Prezados,

Estou com esse projeto engavetado e vamos tentar tirá-lo devagar.

Nosso ponto de partida é que cada oficial no ritual demolay tem o objetivo de nos ensinar qualidades.

Vejamos os primeiros oficiais: os mordomos, pesquisando sua origem, que, infelizmente, não vai até os sumérios...

De acordo com a wikipedia, o mordomo do palácio era um dos mais altos dignitários de alguns estados medievais europeus, nomeadamente dos reinos francos dos séculos VII e VIII, sendo responsável pela administração da casa real.

A designação do cargo tem origem no latim "major domus" (maior ou superior da casa), abreviatura da designação completa do cargo "quasi magister palatii seu major domus regiæ" (por assim dizer, mestre do palácio ou maior da casa do rei).

Durante o século VII, o cargo de mordomo do palácio acabou por se tornar no detentor do verdadeiro poder por trás do trono da Austrásia, a parte setentrional do Reino dos Francos durante a Dinastia Merovíngia.

A partir de meados do período merovíngio, o mordomo passou a deter e a exercer real e efetivamente o poder no que dizia respeito às decisões que afetavam o Reino, reduzindo-se os reis ao desempenho de funções meramente cerimoniais, o que os tornava em pouco mais do que reis nominais e semples figuras de proa. Por esta altura, o mordomo pode ser comparado a um primeiro-ministro de uma moderna monarquia constitucional - concentrando o poder efetivo, em nome de um rei meramente cerimonial - ou das figuras do xogun japonês e do peshwa indiano.

O cargo tornou-se hereditário em favor da família dos pipinidas, de onde saíram poderosos mordomos do palácio, entre os quais Carlos Martel, sendo que nos últimos quatro anos do seu governo nem sequer existiu a figura de um rei, ainda que meramente de fachada, reinando ele próprio com o título de "duque e príncipe dos Francos" (dux et princeps Francorum).
Depois da reunião da Austrásia e da Nêustria num único reino, Pepino, o Breve (mordomo desde 747) tomou a coroa aos merovíngios em 751, fundando uma dinastia de reis carolíngios. O seu filho, Carlos Magno, assumiu um poder ainda maior, ao ser coroado Imperador em 800, tornando-se numa das maiores figuras da história da Europa.

Em outros estados da Europa medieval, como foram os casos dos vários reinos ibéricos, existiram também os cargos de mordomo, segundo o modelo franco.

Ainda segundo a wikipedia, existem três acepções para a função:

1. O mordomo é um empregado doméstico, o chefe dos criados de uma grande casa.
2. Mordomo é também o administrador dos bens de uma irmandade ou confraria ou o organizador (e contribuinte) de uma festa popular, normalmente de cariz religioso.
3. Mordomo foi também um magistrado encarregado de cobrar impostos e de fazer citações e execuções judiciais.

Ainda existe uma passagem que merece nossa atenção em Lucas 16, sobre o mordomo infiel e a
questão do esbanjamento no uso dos bens. Há uma reflexão sobre essa passagem bíblica: http://migre.me/5W5OK

Podemos afirmar que, além de serem os responsáveis pela ativação, em nosso altar, dos símbolos das liberdades religiosa e intelectual, trazem a lição de que precisamos aprender a administrar os bens que estão em nossas mãos. Isso pode ser comprovado pelo Cerimonial de instalação, quando diz: "...muitas oportunidades de desempenhar serviços eficientes e seu próprio cargo lhe ensina que todo trabalho é honrado e digno de fiel desempenho."

Ficam duas lições sobre a função, então: servir e aprender a administrar os bens, não só os
próprios, mas os de outros.

Amplexos!

Ritos de passagem/Iniciação

Ouvi esse texto no deMocast
A reflexão é bem interessante... Todo dia é uma iniciação...
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Nos caminhos da grande roda da vida,
Ainda estou por concluir alguns ritos
De iniciação.
É bem verdade que já
Cumpri alguns deles com humildade
E determinação
E continuo cumprindo no dia-a-dia,
Faz parte do aprendizado...
Contudo, o mais importante desses
Ritos é a lapidação do meu ser, do meu
Interior que teima em continuar bruto,
Tal qual um rochedo...
O trabalho diário é árduo nessa lapidação
E creio sinceramente que se tornará
Polido quando chegar o momento de
Minha transição,
Cumprindo, enfim, minha última
Iniciação
E, assim, as Rosas florescerão...
Enquanto isso meu ser“Ora et Labora.”
Elias Akhenaton